Vício de ESCREVER. Minha vida, minha história…

Nunca me senti tão enojada ao lembrar de alguma coisa…como esta a qual me machucou profundamente, melhor dizendo, nunca senti “nojo” de alguém e assim…. Se pudesse eu “esqueceria”. Sabe, todos os dias quando me vem no pensamento alguma lembrança… tento pensar em outra coisa e, está funcionando, todavia, há sempre alguém pra fazer lembrar, alguém que de alguma forma sabe…gosta de ver o meu sofrimento…alguém que se for parar pra pensar, é “melhor o amigo (a) que um ente”. Hoje, por exemplo, me veio à cabeça pesarosa lembrança, na hora me embrulhou o estômago e, logo mudei de pensamento, foquei no que estava fazendo no momento, deu certo, mas deu pra entender? As lembranças e pessoas estão ai pra te fazer lembrar de alguma forma…só temos que aprender a lidar com isto, praticando o ato de “fora lembrança, outro pensamento” até que se torne um hábito. – Camila Pedroski Graciolli

A maioria das coisas que escrevia eram inspiradas nele e todas para ele, foi quando dediquei a outro alguém (com este estava), então, tempos depois dissera-me: “Não desceu!” Esta expressão quer dizer “não desceu à garganta, não gostou…” Vai entender! Não ama, mas acha que é o centro da minha vida (que seria sempre assim). Pobre de mim se esperasse a vida toda por alguém que nunca quis o “meu amor” …O “prazer” nunca antes sucedido foi um “desejo” concedido. – Camila Pedroski Graciolli

O trecho dessa música “Você vai lembrar de mim”, de Nenhum de Nós, recorda muito minha situação… eis o trecho: “Tudo bem se não deu certo/ Eu achei que nós chegamos tão perto/ Mas agora com certeza eu enxergo/ Que no fim eu amei por nós dois/ Esse foi um beijo de despedida/ Que se dá uma vez só na vida/ Que explica tudo sem brigas/ E clareia o mais escuro dos dias.” (Nenhum de Nós: banda de rock brasileira) Sabe, não deu certo, nunca deu certo; somos apenas imãs que embora sejamos tão diferentes, a parte ativa é a de “repulsão”, o efeito será sempre a do verbo “repelir”. E, sim, demorou mas enxerguei, agora vejo que somente eu AMEI. Passei anos ACREDITANDO que me amava, mas isso nunca aconteceu (pura ilusão), devo ter idealizado demais, fui objeto e talvez, até uma válvula de escape, servi enquanto precisava… Senti sim que aquele era o último beijo, o último abraço e que aquele foi um momento de luz para mim, porém, logo escureceu tudo e a explicação é óbvia, sem mesmo precisar ouvir qualquer explicação. Se há algo que clareou, foi minha mente, hoje, sei que somente eu amei, acreditei, NUNCA fui amada e, se algum dia senti isto, foi por pouco tempo (apenas ilusão) … Entretanto, ser amada pode ser importante, mas não mais que “amar”, AMAR verdadeiramente, é conhecer o maior dom e, amando sabendo o valor da empatia e o ato de amar… Quem ama de verdade, conhece o céu e é atacado pelo inferno. – Camila Pedroski Graciolli

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